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Economia Criativa no cotidiano empreendedor

Empreender é um constante aprender. E que bom que é assim, não paramos nunca. O cotidiano do negócio nos ensina muito e, quando sabemos aplicar as lições aprendidas, ele se torna uma vantagem competitiva. Não é à toa que quem tem mais tempo de mercado comete menos erros que empreendedores iniciantes.

Todavia, não podemos esquecer que capacitação é fundamental para estarmos aptos a fazer bom uso de nossos erros e acertos. Empirismo é um grande problema para muitos empreendedores quando fazem dele seu lema ignorando a importância da capacitação. É primordial buscar conhecimento, técnicas de gestão e embasamento teórico a respeito de um determinado projeto antes de colocá-lo em prática.

Fonte da imagem: Stilla

 

Justamente em busca de constante capacitação, participamos recentemente de mais um evento do Empreendedorismo Rosa, o Happy Hour com pROSA, com o tema "Mulheres à beira de um ataque de Criatividade: Você na Economia Criativa". E qual foi nossa surpresa ao descobrir que esse tema, o qual julgávamos ser novo para nós, tem feito parte da história da nossa empresa desde o início. A sensação que tivemos é que, neste caso específico, fizemos de certa forma o fluxo inverso, ou seja, primeiro colocamos em prática diversas iniciativas relacionadas à economia criativa e, depois, neste evento tão enriquecedor, tivemos a grata satisfação de conhecer a teoria que pautou muitos de nossos projetos.

Economia Criativa é um tema amplo, mas que de forma resumida pode ser definido como uma forma de transformar criatividade em resultado. E aí, todo empreendedor com algum tempo de estrada deve concordar que isso é algo que fazemos diariamente. “Pensar fora da caixa” usando a imaginação para encontrar soluções para problemas do negócio, ou para criar oportunidades de inovação e diferenciação no mercado, é parte do trabalho de qualquer empreendedor bem sucedido.

São muitos os exemplos de como aplicamos a economia criativa em nossos negócios, muitas vezes sem nos darmos conta disso. No caso da Stilla, por já atuarmos em um setor ligado fortemente a criatividade, como é o setor de moda, poderíamos destacar diversos exemplos práticos.  Talvez o melhor deles seja o desenvolvimento de uma coleção. O processo que envolve desde a pesquisa de tendências, o estudo de como traduzir essas tendências em produtos com a identidade da marca, até o processo de produção, definição da campanha e comercialização, tem a criatividade como ferramenta principal.

O atendimento personalizado de nossas consultoras é outro bom exemplo. Elas buscam na marca mais do que revender semijoias diferenciadas.  Elas identificam a oportunidade de trabalhar com um negócio com posicionamento. O foco é vender estilo, usar o poder do acessório para melhorar a autoestima de nossas clientes finais que aprendem, com o auxílio das consultoras, a compor com muita criatividade looks de personalidade de acordo com o perfil de cada uma.

Agora sabemos como a economia criativa faz parte de nosso negócio e como não há limite para a criatividade, que bom!

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