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Aprendizagem e empreendedorismo

Por Brendha Assumpção

Eu não sou superdotada, também não fiz intercâmbio e nem tive um vizinho americano. Em janeiro de 2007, fiz um curso de imersão em inglês, cuja duração era de um mês. Quando digo que aprendi inglês nesse único mês, as pessoas me olham com cara de espanto, no início ninguém acredita porque realmente parece um absurdo que isso exista e “como é que eu nunca soube disso?”. Pois bem, ninguém precisa sofrer e nem penar durante anos para aprender inglês, e vou te contar como foi que eu aprendi.

Todo o meu inglês e tudo o que eu sei sobre aprender vem de uma pessoa, meu professor, Marcos Shibuta, duas vezes por ano ele realiza esse curso de imersão na sede da Excellent Global, que é um instituto de idiomas fundado por ele e que tem um método de ensino (desenvolvido por ele também) totalmente diferente de qualquer coisa que existe. E o que tem de tão especial nesse método que faz as pessoas falarem inglês TÃO rápido?

Brendha Fonte da imagem: Lean in Circle

 

Primeiro, nós aprendemos sobre como a memória é formada no cérebro, especialmente a memória de longo prazo. Depois, definindo qual é o nosso perfil psicológico através de um indicador de personalidades altamente eficaz que se chama MBTI, o professor explica o conteúdo, certificando-se que todos os alunos tenham entendido. Então, nós praticamos isso usando uma técnica não linear para que isso seja memorizado e consequentemente internalizado, e aí passamos a criar durante as conversações (que são muito intensas). Confesso que entrei com um inglês pior que básico, algo como “my name is...”, “I like cat” e “I HAVE 30 years old”. No final eu falava sobre mim, de onde vim, como era a minha família, minha cidade, quais coisas eu gostava de fazer, conseguia conversar sobre coisas do dia a dia, fazer perguntas sobre os assuntos discutidos e até sobre prisões americanas eu era capaz de conversar.

No teste que prestei ao final do curso, fui classificada como “advanced-high” subindo para “superior” - e não fui exceção na turma. De 40 alunos, todos saíram no mínimo em “advanced-mid”, isso não é coincidência, não existe nenhuma exigência de nível para fazer esse curso: cada pessoa se desenvolve de acordo com as suas próprias necessidades e de acordo com seu esforço, seu próprio empenho. Quando digo empenho, é você entender que você precisa praticar o que aprende e conversar muito, com vergonha ou sem vergonha. O que importa é praticar e sempre buscar fazer melhor na vez seguinte. Ter paciência consigo mesmo.

Depois desse curso, não fiz mais aulas de inglês, porém continuei aprimorando meu inglês com as técnicas que aprendi e por mais que não tivesse com quem praticar, isso tinha se tornado parte do meu estilo de vida. No começo, parece difícil introduzir conteúdos em inglês no dia a dia e manter essa disciplina, pois normalmente é algo que fica fora da nossa zona de conforto, mas se é algo de seu interesse, logo começa a fluir melhor e quando você percebe, se acostumou.

Em 2013 me mudei para Curitiba. Acabei caindo de paraquedas em uma escola tradicional - foi meu primeiro trabalho como professora de inglês. Um ano depois após ter saído da escola, recebi pedidos de vários alunos que ainda queriam ter aulas comigo e foi aí que eu senti que tinha um dever: ensiná-los usando o mesmo método que eu aprendi. Não era justo deixá-los sabendo que eu tinha aprendido com o melhor professor e eu tinha acesso a melhor metodologia que existe. Aí chegou a hora de empreender. Falei com o Marcos Shibuta e mais uma vez ele influenciou em um passo grande na minha vida: me tornei uma licenciada da Excellent Global.  Não pensei em abrir uma “escola” e nem quis dar aulas particulares por diversos fatores como, por exemplo: investimento de dinheiro, tempo, todo o risco envolvido. E também, o meu público já é muito grandinho para “ir para a escola” - uma coisa que, acreditem, desestimula muita gente. O que eu fiz? Montei um clube. É muito mais legal que uma escola. Convidei meus alunos, fiz uns grupos e fui para um espaço de coworking - foi o ideal pela estrutura que eu precisava e pelo custo. Hoje em dia só entra no clube quem é indicado por alguém que já é meu aluno.

Pois bem, até aí, tudo certo: os grupos do clube são formados por pessoas que conseguem ter algumas horas toda semana para irem às aulas... Mas e as pessoas que NÃO TÊM TEMPO e que querem/precisam aprender inglês? Pode ser por conta de uma viagem, concurso internacional, palestra de alguém importante ou só pelo prazer de assistir um filme sem legendas. Quem sabe expandir seus negócios e aumentar o network, quem sabe até conhecer o amor da sua vida, em outro país?

Em breve teremos novidades, portanto fique ligada no blog (e no Facebook também) do Empreendedorismo Rosa. Tem Conexão ROSA sendo preparada para quem estava esperando a oportunidade de começar a aprender inglês de verdade e de uma vez por todas : está chegando a SUA hora!

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