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Como é a sua relação com o dinheiro?

Como é a sua relação com o dinheiro?

Avalie como está a sua relação com o dinheiro e o que precisa ser ajustado para uma vida mais próspera e saudável.

Apesar de estarmos no mês dos namorados, hoje a minha pergunta é sobre outro tipo de relacionamento...o seu com o dinheiro (aquele que você tem ou não tem)...

Isso porque não temos uma relação meramente objetiva e pragmática com o dinheiro, mas sim trazemos uma série de questões psicológicas ao entender e lidar com esse meio importante para nossa vida no mundo em que vivemos.

Quem explorou muito bem esse tema foi a economista espanhola Cristina Benito, em seu livro Money Mindfulness (ainda não traduzido ao português). E por que é importante termos essa consciência? Em suas próprias palavras:

"O dinheiro não traz necessariamente a felicidade, mas uma relação ruim com ele é um caminho certo para a infelicidade"

Ao deixar os tabus de lado e falar sobre dinheiro realmente reconhecendo nossa relação e responsabilidade sobre ele, tomamos as rédeas da nossa vida, tornando-nos muito mais capazes de gerar, conservar e multiplicar o dinheiro que conquistamos ao longo do nosso trabalho e esforço.

No seu livro, Cristina traça cinco padrões de comportamento tóxico conforme nossa relação com dinheiro. Avalie se você se encaixa num deles:

  1. A Piromaníaca: como seu próprio nome já diz, é a pessoa que tem a necessidade de "queimar" (entenda-se gastar) todo o dinheiro que passa por suas mãos, seja muito ou pouco. Por trás desse consumismo desenfreado, existe uma profunda insatisfação (com a vida, trabalho) e essa pessoa encontrou no consumo sua compensação à essa insatisfação.
  2. A Desprendida: a desprendida entrega o que sobra e o que não sobra aos outros, isso tanto se tratando de dinheiro como também de tempo. Esconde-se geralmente nessa "generosidade", uma carência afetiva muito grande, o que gera expectativas discrepantes nas relações, levando-as à sua destruição.
  3. A Neurótica: há pessoas que nem queimam dinheiro e nem doam excessivamente, mas se privam de buscar maior prosperidade financeira. O que pode parecer modéstia, na verdade pode denotar um senso de não merecimento, fazendo com que essas pessoas não cobrem corretamente por seus produtos ou serviços, ou nunca busquem um aumento de salário.
  4. A Formiguinha: economizar não é só bom, mas é necessário! Porém, seu extremo pode ser prejudicial. Isso porque as pessoas podem se tornar compulsivas por acumular riquezas, sem desfrutar das mesmas - em puro modo de sobrevivência - inclusive restringindo sua forma de viver desnecessariamente.
  5. A Nuvem de Não Saber: título de um livro místico inglês do século XIV, Cristina usa essa terminologia para descrever o quinto padrão de comportamento tóxico. Aqui estão as pessoas que, por despreocupação ou aversão ao tema dinheiro, preferem não saber dele, delegando a sua gestão a terceiros - os pais, cônjuge ou o banco. É importante destacar aqui que não é uma questão de simplesmente não saber, mas sim não querer saber.

E aí, conseguiu se identificar em algum deles? Se não, ótimo, você está no caminho certo...agora se você identificou, excelente! Tomar consciência é primeiro passo para um ajuste de rota!

Confesso que eu tenho a tendência a ser formiguinha, mas venho continuamente trabalhando nisso e hoje me sinto muito mais saudável e próspera, um passo por vez!

Fique de olho nos próximos posts porque vamos explorar em detalhes como ter uma relação mais saudável e próspera com o dinheiro! ;]

Assim como eu estou conseguindo, tenho certeza que você também conseguirá!

 

Empreendedorismo Rosa
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