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Driblando as medidas de “aperto dos cintos”

Por Leonardo Grisotto

Em um ano de economia baixa, inflação preocupante e juros de empréstimos subindo, aumentou a preocupação das empresas em relação aos avanços da produção e ao volume de vendas. As medidas de “aperto dos cintos”, tomadas pelo governo, preocupam a todos, mas uma coisa é certa: para manter o orçamento em dia é preciso  se planejar e cortar despesas.

Apesar da aparente simplicidade para ser colocada em prática, a tarefa de reduzir gastos implica disciplina e muita força de vontade. Afinal, quem consegue mudar de vida de uma hora para a outra, principalmente quando tem que economizar naquilo que é considerado essencial? O ideal é começar a mudança pela vida pessoal, para depois expandir os novos hábitos para o plano empresarial.

Fonte da Imagem: Paula Soares Fonte da Imagem: Estúdio Trevisart

O primeiro passo para conhecer o que pode ou não ser eliminado exige a criação de uma planilha no Excel ou o investimento em um programa de controle financeiro, para garantir que nada seja eliminado equivocadamente. Você pode começar por pequenas análises, como: “Por que a conta de água veio mais alta este mês?”, “Onde errei?”, “O que posso mudar?”, entre outras observações de situações corriqueiras que muitas vezes passam despercebidas, mas que somam boa parte dos gastos mensais.

Com os gastos pessoais sob controle, já é possível ampliar as análises. No quesito empresarial, reuniões mensais entre a administração e o financeiro possibilitam identificar gastos supérfluos que podem ser realmente cortados sem trazer prejuízos na qualidade do serviço. Além disso, é fundamental envolver a equipe em ações de incentivo para otimização de custos, a fim de proporcionar a compreensão geral da importância de criar alternativas, evitar desperdícios e aumentar a produtividade apesar dos contratempos.

Outra ótima forma de driblar o atual cenário econômico é negociando descontos, pois, boa parcela das dívidas que chegam até nós são passíveis de gratificações para pagamentos adiantados ou automáticos.

Por fim, dívidas e problemas financeiros são situações cada vez mais comuns na vida de muitas mulheres. O importante é não desanimar, questionar-se sempre “Como contornar essa situação?” e aprender a lidar com as dificuldades.

 

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