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O desafio de ser mãe de si mesma

Por Tainah Veras

Muitas empreendedoras do blog compartilham posts com dicas para conciliar a maternidade com a rotina empresarial. Ainda não tenho filhos, mas decidi unir esse tema ao meu momento atual para propor as seguintes perguntas: O que fazer para ser mãe de si mesma? Como deve ser essa mãe? Mais complacente? Mais vibrante? Mais exigente? Mais dura?

Sempre tive em minha essência uma grande vontade de ajudar os outros, de fazer-me presente, de sentir-me útil, de cuidar... No entanto, em algum momento, surgem reflexões como: “Eu cuido de tanta gente... E quem cuida de mim?”. Pensando nisso, tenho tentado colocar em prática algumas reflexões e atitudes que fortaleçam a minha mãe interna, na vida profissional e pessoal. Decidi compartilhá-las com vocês:

Fonte: Google

A difícil arte de impor limites e dizer não: Quando andamos de avião, a orientação em caso de acidentes é “Coloque primeiro a máscara de oxigênio em você, para depois ajudar outras pessoas”. Por que será que na vida real parece difícil seguir esse conselho (pelo menos pra mim)? Ajudar aos outros é muito bom, mas estar disponível para tal o tempo todo, dizendo “sim” a todos os pedidos, não é uma boa escolha. É preciso estabelecer limites, definir prioridades e preocupar-se consigo mesma.

A importância de manter a autoestima: Separe um tempo para cuidar de si, sinta-se bem consigo mesma e valorize as suas qualidades.

“O que minha mãe me diria para fazer?”: Muitas vezes, os conselhos de mãe só fazem sentido depois de certo tempo. O que na hora parece excesso de zelo ou fora da realidade, é compreendido futuramente como algo dito pro nosso bem. Por isso, quando estiver em dúvida sobre algo ou alguém, ouça a voz da consciência, da intuição, e imagine o que sua mãe diria.

Mudar sem perder o equilíbrio e a essência:  Rubem Alves tem uma frase que diz “Nada é permanente, salvo a mudança”. As transformações fazem parte da nossa vida; algumas situações nos deixam mais duras, outras amolecem o coração, há ainda as que nos ensinam através da dor. Independente do motivo, o ideal é que essa mudança seja gradual, e que, a essência não se perca. Boa sorte e força de vontade pra nós, afinal, nós merecemos!

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