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O dinheiro e as emoções

Por Elaine Mello

É sabido que as pessoas costumam “descontar” suas emoções de alguma forma e inúmeros estudos comprovam isso. Dentro da Economia, existem algumas áreas voltadas à questão das Finanças Comportamentais: Psicologia Financeira, Economia Experimental e Psicologia Econômica. Elas estudam o comportamento e as alterações neurológicas das pessoas perante o dinheiro, conforme algumas situações.

Impulsividade, medos, raiva, dúvidas, compensações, gratificações, segurança ou insegurança, tentações, competividade, baixa autoestima ou autoestima elevada demais, desejos, frustrações, falta de confiança ou excesso de confiança, vaidade, ganância, traumas, valores e crenças, vivências, tabus, mitos, emoções, pressão, stress, cansaço.

Fonte da Imagem: Google

Todos esses fatores isolados ou em conjunto influenciam a forma como você lida com o dinheiro. Lembre-se: sua vida financeira é parte de você, assim como a sua vida familiar ou profissional.

Estando em equilíbrio, tudo vai bem, mas estando com algum desequilíbrio em sua vida, acione o alarme e pare para avaliar a situação, enquanto você consegue enxergar a realidade e pode tomar atitudes para encontrar soluções.

Por exemplo: você briga com o marido, fica com raiva e por impulso vai ao shopping. Lá, você sente-se frustrada pela situação e na intenção de se compensar, entra numa loja e compra 5 pares de sapato... Já deve ter visto isso acontecer por aí, não? Coloque-se nesta cena e pense como você identificaria os pontos em que poderia intervir para não “agredir” o seu dinheiro, em função do real problema.

$uce$$o!!

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