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Paixão: As várias possibilidades de um negócio

Lori Senecal é  presidente e CEO da agência Kirshenbaum Bond,  responsável por contas do porte de uma BMW. É  uma executiva que praticamente só usa a cor preta, pois acha que “estilo e publicidade têm muita coisa em comum: ambos têm mais impacto quando são exclusivos, ousados e personalizados”.  Ela acredita muito no conceito dos  “firsts”, ou seja, testar conceitos, ideias  que ainda não foram  usadas,  ser a primeira a fazer uso de estratégias – apesar do risco envolvido – que se tornaram, em seu caso,  verdadeiros marcos de sucesso.

Fonte de Imagem: Google

Entre o empreendedorismo e intraempreendedorismo, a barreira é muito tênue, mas Lori apresenta características dos dois mundos. Se no primeiro caso, o trabalho está voltado para um negócio próprio, ou seja, usar estratégias que envolvem  liderança, gestão, trabalho em equipe, conhecimento, lógica, criatividade, carisma em prol de sua iniciativa pessoal, o intraempreendedor deve,  da mesma forma,  usar  estas  característisticas em uma empresa, ONG, entidade pública, etc...

Alavancar o poder destas habilidades para aumentar a produtividade, criar oportunidades de negócios, fazer algo de um jeito diferente é algo que Lori sempre fez.  Para ela, por exemplo, ainda que existam possibilidades finitas em termos de posição de liderança dentro de uma empresa, existe sempre muita coisa a ser feita em qualquer ambiente.

Quando atuava na McCann, ela estava procurando novas formas de abordagem e ideias para atrair jovens adultos. Detectou então uma oportunidade extraordinária para criar uma abordagem única para este público, uma estratégia tão agressiva e ousada, que seu supervisor até a apoiou na criação de uma agência dentro da agência, um microcosmo, chamado TAG, que trouxe muitos dividendos para a empresa.

Ou seja, é possível criar uma estrutura, um projeto, visualizar novas abordagens e caminhos sem precisar abrir mão da empresa onde você trabalha. Basta ter um pouco de ousadia, olhar para todo os lados,  descobrir onde estão projetos ou programas que podem ser gerenciados de outra forma, ou até aqueles que precisam de um “champion”,  alguém que se responsabilize pelo empreendimento e ir à luta. O êxito na carreira pode vir através de várias formas, uma delas é ser intraempreendedor e em ambos os casos, tendo o próprio negócio ou fazendo parte de uma estrutura formal, a paixão deve ser a mola propulsora que vai fazer com que sejamos felizes aqui ou lá.

 

Gladis Costa atua há mais de  25 anos na área de Marketing e Comunicação Corporativa. É gerente de Marketing da PTC para a América Latina desde 2009.  É formada em Letras, com pós-graduação em Jornalismo, Comunicação Social e especialização em Tecnologia e Negócios pela PUC-SP. Em 2005 lançou seu primeiro livro de crônicas, "O Homem que Entendia as Mulheres".  Em março de 2009 criou o grupo "Mulheres de Negócios", maior rede feminina de negócios do portal LinkedIn, com mais de 5300 profissionais cadastrados. Regularmente publica artigos sobre usuários, serviços, varejo, carreira e cultura em diversos portais.  Apresenta palestras sobre temas como consumo, marketing e comportamento e tópicos ligados ao mundo corporativo e empreendedor.

 

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