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Um “Salto” no Empreendedorismo

Você já parou para pensar alguma vez sobre as mudanças que ocorreram, nesses últimos cinco anos, no cenário do empreendedorismo brasileiro?

Fonte da imagem: Reprodução

Bem, estava eu, no meu momento “menininha”, lendo blogs e revistas eletrônicas femininas, quando me deparei com uma quantidade impressionante de artigos e colunas sobre negócios e empreendedorismo; principalmente em revistas que antes eram essencialmente relacionadas a moda, gastronomia, família e todos os estereótipos femininos existentes. Foi aí que percebi a magnitude das mudanças nesse cenário, principalmente quando pensamos no papel da mulher nessa mudança. Nunca se viu tanto “salto” no mundo dos negócios e empreendimentos como hoje.

Algumas décadas atrás existiram aqueles que diziam que empreender não era algo que uma mulher poderia fazer, porém, eles não haviam notado ainda que nós somos empreendedoras por natureza. Para uma mulher, empreender é algo muito mais amplo do que abrir uma empresa, investir na carreira ou ser intraempreendedora, é uma ação involuntária.

Utilizamos alguns princípios básicos do empreendedorismo como ferramentas para gerir as multitarefas que temos no nosso cotidiano. Que mulher nunca acordou e falou para si mesma - “Hoje eu vou impressionar meu chefe e ganhar aquela promoção!”, e vai direto ao seu guarda-roupa, pega o terninho mais cool e coloca aquele salto poderoso para ir ao trabalho? Isso também é empreender! Porque a partir do momento em que ela está vestida com aquele terninho e o salto power, ela se sente confiante, forte, poderosa, demonstrando assim determinação, foco e autoliderança, que são características básicas para qualquer empreendedor. Essa atitude é refletida diretamente no seu desempenho, o que acaba dando a ela, na maioria das vezes, a tão desejada promoção.

Olhando na perspectiva estatística, hoje, em média, 52% das novas empresas do país são geridas por mulheres, isso marca bem a nossa evolução numa área antes dominada por homens. Mas será que esse novo cenário terá o suporte necessário para o gerenciamento não só de uma organização, mas de toda uma estrutura sócio-familiar onde a mulher está inserida?  É algo a se pensar, questionar e refletir. Enfim, o fato que temos claro é que empreender virou um verbo cada vez mais conjugado pelo público feminino.

Beijos.

Regina Diniz é Graduanda em Administração de empresas pela UFPE, empreendedora na vida, na carreira e nos negócios. Organizadora da Confraria do Empreendedor Recife e idealizadora do “Empreenda Mulher Nordeste”, primeiro evento de Empreendedorismo Feminino do Nordeste.

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